O conselho é formado por integrantes da Justiça Eleitoral, do governo federal, do Exército e da sociedade civil (Foto: TSE)
O conselho é formado por integrantes da Justiça Eleitoral, do governo federal, do Exército e da sociedade civil (Foto: TSE)
(Last Updated On: 19/10/2018 16:14)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adiou para domingo (21.10), às 14h, a entrevista coletiva marcada para esta tarde para anunciar medidas de combate à disseminação de notícias falsas (fake news) nas redes sociais.

A entrevista foi adiada por causa de incompatibilidades nas agendas dos participantes.

No índio do mês, a Folha de S.Paulo em matéria criticou posicionamento do TSE.  O jornal questionou o conselho consultivo sobre internet e eleições criado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) não tinha apresentado resultados efetivos no combate a proliferação de notícias falsas até o fim do primeiro turno da campanha.

O conselho é formado por integrantes da Justiça Eleitoral, do governo federal, do Exército e da sociedade civil, o conselho se reuniu sete vezes para, basicamente, discutir o que é fake news e quais medidas poderiam ser tomadas para evitar sua disseminação. As fake news proliferaram durante a campanha, muitas delas distribuídas pelos canais de comunicação instantânea.

A coletiva foi anunciada ontem (18.10) após o TSE receber cobranças sobre as medidas efetivas para impedir candidatos e partidos de compartilhar conteúdo falso durante a campanha eleitoral.

Nesta quinta-feira (18.10), a coligação que sustenta a candidatura de Fernando Haddad (PT) à Presidência da República e o PSOL entraram com pedidos no TSE para que a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) seja investigada em razão das suspeitas de uso de sistemas de envio de mensagens em massa na plataforma WhatsApp custeados por empresas de apoiadores do candidato.

Pelo Twitter, Bolsonaro afirmou que não tem controle sobre apoios voluntários e que o PT não está sendo prejudicado por fake news, e sim pela “verdade”.

Deverão participar da coletiva prevista no próximo domingo a presidente do TSE, ministra Rosa Weber, os ministros Raul Jungmann, da Segurança Pública, e Sérgio Etchegoyen, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a advogada-geral da União, Grace Mendonça, e o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro.

Com Agência Brasil

 

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